segunda-feira, 16 de março de 2009
domingo, 16 de dezembro de 2007
Apocalypse please
Quero fugir.
Quero deixar de sentir o que sinto e não consigo.
Quero parar de me culpabilizar.
Quero deixar de me sentir como lixo.
Quero desaparecer para nunca mais voltar.
A vida parece estar a esvair-se por entre os meus dedos.
Quero deixar de sentir o que sinto e não consigo.
Quero parar de me culpabilizar.
Quero deixar de me sentir como lixo.
Quero desaparecer para nunca mais voltar.
A vida parece estar a esvair-se por entre os meus dedos.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
A minha vida dava um filme dos Emiratos Árabes Unidos
Ora bem, nem sei muito bem por onde começar...Talvez pelo início.
Era uma vez uma menina que tinha problemas psicológicos e que às 8h da manhã de hoje ainda estava na cama. Esta menina, por acaso, sou eu.
A essa hora, normalmente, já deveria estar a entrar no carro para ir trabalhar. Portanto, acordo de repente e em cinco minutos visto-me e saio de casa a correr, literalmente.
Normalmente demoro cerca de vinte e cinco minutos para sair de casa, isto para não me esquecer de nada.
Ora, como saí de casa em cinco minutos, esqueci-me naturalmente de muita coisa, por exemplo, que para pôr gasóleo no carro é necessário para aí................dinheiro!! Ou seja, saio de casa disparada e a meio do caminho reparo que se não meter gasóleo o mais provável é ficar pelo meio do caminho a dar aulinhas aos transeuntes.Todavia, nem tudo estava perdido, ainda tinha dez euritos no bolso. Mas aquele dinheirinho era para comer e não para meter gasóleo.... Por isso e como valores mais altos se levantavam apenas coloquei sete euros de gasóleo.
Chego à escolinha, dez minutos atrasada, e diz-me a professora, ah e tal, as criancinhas vão ver um filmeco, portanto não vai poder dar a aula...
É claro que lhe respondi educadamente que não havia qualquer problema, mas a verdade é que na minha cabeça as minhas mãos estavam agarradas ao pescoço da senhora e apertavam-o violentamente.
Saí da escola e fui a um café para tomar o pequeno-almoço com aqueles dois eurinhos que me restavam. Chego lá e peço o habitual, uma natinha fresquinha, mais um pinguinho directinho, e a senhora empregada diz, não há natas, e eu digo, não pode ser, e ela diz, pode, pode...
Lá tive que pedir um donuts. Meti-lhe os dentes e quase que me ficavam lá alguns, isto para além do pinguinho estar cheio de borra. Vou pagar e diz-me a empregada, oh portanto é um euro e quarenta cêntimos, ao que eu respondo, não pode ser, e ela, pode, pode... Ou seja, eu paguei para aí noventa e cinco cêntimos por um donuts duro que não era maior que o dedo indicador de um puto de sete anos....Que gostoso!
A meio da tarde vou dar um passeiozinho na vila a pé, uma vez que tinha pouco gasóleo. Então, lembro-me de passar perto de um chafariz catita situado num lugar igualmente catita. Não é que quando ia a passar pelo chafariz começaram uns esguichos de água a cair-me pela cabeça abaixo??!! Que bom, águinha gelada pelas trombas abaixo!
Agora chego a casa e não encontro o meu carregador de telemovel e o meu batom do cieiro.
Isto é assim, não ter gasóleo, dinheiro, ser roubada, comer mal, estar molhada durante parte do dia e perder o carregador de telemovel ainda é naquela, agora perder o batom de cieiro??!!!!!!Isso é que não!!
Ele há dias deprimentes.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
And now for something completely different.
Que linda declaração de amor...
Probably not...
Sushibaby
Amo-te mais
Àgua que as torneiras
Amo-te muito mais alto que as nuvens
Amo-te mais
Vento que as tempestades
Amo-te mais...
Amo-te mais
Palavras que um livro
Amo-te muito mais noites que o verão
Amo-te mais
Longe do que o japão
Amo-te mais, mais...
Sushibaby, amo-te mais, mais
Sushibaby, amo-te mais
e mais
e mais
e mais
e mais
Virou
Amo-te mais
Palavras que um livro
Amo-te muito mais noites que o verão
Amo-te mais
Longe do que o japão
Amo-te mais, mais...
Probably not...
Sushibaby
Amo-te mais
Àgua que as torneiras
Amo-te muito mais alto que as nuvens
Amo-te mais
Vento que as tempestades
Amo-te mais...
Amo-te mais
Palavras que um livro
Amo-te muito mais noites que o verão
Amo-te mais
Longe do que o japão
Amo-te mais, mais...
Sushibaby, amo-te mais, mais
Sushibaby, amo-te mais
e mais
e mais
e mais
e mais
Virou
Amo-te mais
Palavras que um livro
Amo-te muito mais noites que o verão
Amo-te mais
Longe do que o japão
Amo-te mais, mais...
Oioai
802
Hoje, e mais uma vez, era primeira página de um jornal o facto de já terem morrido, desde o início do ano, 802 pessoas nas estradas deste país terceiro mundista. O número aparecia a letras garrafais avermelhadas. Objectivo: chocar os leitores, despertar consciências.
O número é, realmente, arrepiante. Mas mais arrepiante e doloroso é pensarmos que este número é apenas uma pequena amostra do verdadeiro número das vítimas das nossas estradas.
E os que ficam?Os que gostariam de ter morrido no mesmo instante em que morria aquela pessoa que tanto amavam?
O que dizer a uma mãe que perdeu um filho? O que dizer à menina que ficou órfã na semana passada?
Força, a vida é mesmo assim, de certeza que ele/ela/eles/elas não te gostariam de ver assim...
Ou então usar a fé para acalentar a falsa esperança de um dia, quiçá, voltar a encontrar essa(s) pessoa(s).
E esse dia não chega...
Realmente 802 mortos é um número chocante.
Às vezes gostava que deus existisse e fosse um de nós.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Slide in
Slide in
You send me just colours
I´m waiting don't hold back
Trees bow to the wind and
I'm falling inside you
Slide in feel the future
Rushing slowly
Right now
So close I could touch it
I'm dreaming don´t wake up
Slide in fell the future
Rushing slowly
Light now
Nothing makes me feel like
Show me real love
Right now.
You send me just colours
I´m waiting don't hold back
Trees bow to the wind and
I'm falling inside you
Slide in feel the future
Rushing slowly
Right now
So close I could touch it
I'm dreaming don´t wake up
Slide in fell the future
Rushing slowly
Light now
Nothing makes me feel like
Show me real love
Right now.
Goldfrapp (SUPERNATURE)
sábado, 1 de dezembro de 2007
Find something.com
Já estou fartinha de ouvir teorias da conspiração sobre este tema.
Qualquer pessoa, até a D. Maria de Rabo da Porca (se é que este nome existe) opina sobre o assunto e deve fazer questão de realçar que o facto de a mãe da miúda ter uma t-shirt cor-de-laranja às riscas verdes é sinal de que, provavelmente, ela está a esconder alguma coisa.
Oh meus amigos, riscas verdes numa t-shirt cor-de-laranja só é espelho de uma coisa, mau gosto.
Porém, e como não podia deixar de ser, também eu tenho uma teoria plausivel sobre isto que é a seginte: eles COMERAM a miúda juntamente com uns carapaus de escabeche (um dia ainda vou saber que prato é este) e molho bechamel.
Não sei porque é que ninguém ainda se lembrou disto.
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